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    Ops!

    Não podia deixar de registrar um acontecimento engraçado! Numa tarde dessas meu amigo Danilo amaral me passou por MSN um link de uma crítica feita por " "Tábata Neoniodora" para a revista Bacante, (http://www.bacante.com.br/revista/critica/monologo-da-velha-apresentadora/comment-page-1#comment-2079) sobre a peça"Monólogo da velha apresentadora". E claro que assim que li, não resisti em expressar minha opinião em relação aquilo tudo. Na mesma noite já havia  chegado a informação que tudo não passava de uma brincadeira/homenagem da revista para o Alberto Guzic. O post me rendeu até uma retratação do gentil Walber SchwartzMas fica abaixo o registro do episódio.

    carolina angrisani 3.24.09 / 8pm

    Honestamente não entendi o texto acima ser publicado num espaço reservado a crítica teatral, mais parece um diário de desabafo, com todo respeito, de alguém que não se encaixa nos dias de hoje e que muito menos está ciente da cena teatral paulistana e mais ainda, não consegue compreender que além dos tempos serem outros, há muita graça e cultura além do Ristorante Famiglia Manccini mesmo sem as cortinas vermelhas. E temos que concordar, ainda bem que a veja não derruba nem levanta mais ninguém neste país, isso sim era vergonhoso!

  • Walber Schwartz - www.Cultblog.com.br 3.25.09 / 8pm

    Carolina Angrisani!
    Você não entendeu a ironia, minha cara. Provavelmente não conhece o conteúdo do monólogo. Essa crítica é excepcional, mas confundiu muita gente boa - como vc, provavelmente. O pessoal da Bacante foi excepcional, e a crítica é elogiosa, acredite. Faz o seguinte, escreve pra mim que eu te mando o texto original (walber_schwartz@hotmail.com). Tenho certeza que tudo vai ficar mais claro. Ou então leia a entrevista que fiz com o Guzik no http://www.CultBlog.com.br.

    Abraços,

    WS

  • carolina angrisani 3.27.09 / 4pm

    Oi Walber! Já fui informada sobre a grande brincadeira que fizeram e reconheço a genialidade disso tudo. Mas mantenho minhas palavras para as “Tábatas” que ainda existem de plantão. Obrigada.



  • Escrito por Carolina Angrisani às 16:49
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    A casa laranja

    Você pode me encontrar ali, na casa desenhada da Praça das Rosas. Aquela de sacada mal acabada com uma rede colorida em azul e vermelho pendurada. Ali naquela janela eu moro com todas as minhas inconstâncias, é ali que você me encontra com todas as minhas músicas, livros e filmes. Daquela janela por trás da rede colorida eu consigo ver uma mata cheia de pássaros e formigas. Essa é a paisagem que encontro todas as manhãs, além do céu azul, às vezes nublado. Só não consigo ver o mar. A noite chega o vento que balança a rede azul e vermelha e faz tilintar o mensageiro na casa de praia. É ali que eu moro. A casa dos sonhos. Moro num desenho de criança. A casa é menos colorida que o desenho, mas a vida é mais colorida que o desenho. É ali, bem ali naquela casa desenhada da Praça das Rosas. Eu que fiz o desenho. E a casa.



    Escrito por Carolina Angrisani às 14:49
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